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Jornal Construir Online
19 de setembro de 2017

AD QUADRATUM ARQUITECTOS ASSINA PRIMEIRO HOTEL 100\% ACESSÍVEL

 

O gabinete de arquitectura ad quadratum arquitectos apresentou uma “obra pioneira em Portugal”. Trata-se do futuro Hotel do Peso, que será o “primeiro hotel 100\% acessível a pessoas com mobilidade reduzida no País”, anunciou o escritório.

 

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Expresso Sapo
3 de setembro de 2017

HOTELAR RECUPERA FÁBRICA RIO VIZELA

 

À procura do espaço certo para investir em novas instalações, ganhar escala e responder à ambição de crescimento da Hotelar, a família Pereira cruzou-se, um dia, com a hipótese de recuperar parte das ruínas da Fábrica de Fiação e Tecidos Rio Vizela, a primeira têxtil do vale do Ave, em São Tomé de Negrelos.

 

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Santo Tirso Tv
12 de janeiro de 2017

TURISMO ACESSÍVEL EM DEBATE NA ESCOLA AGRÍCOLA CONDE S. BENTO

 

Veja aqui o vídeo.

Antena 1
20 de outubro de 2016

JOSÉ ANTÓNIO LOPES ALERTOU PARA UM PROBLEMA QUE É DE TODOS: A FALTA DE ACESSIBILIDADES

 

Ouça aqui.

Mutante
4 de março de 2016

JOSÉ ANTÓNIO LOPES EM ENTREVISTA À MUTANTE

 

Leia aqui a notícia.

Construção Magazine Online
25 de janeiro de 2016

ACESSIBILIDADE E DEMOCRACIA

 

Infelizmente, a crescente urbanização do nosso território não é, ainda, sinónimo de qualidade da interação da vida urbana com a envolvente física, também no que diz respeito às questões da acessibilidade e mobilidade. E esta questão afeta muito os deficientes e todos os que em determinada fase da sua vida estejam condicionados na sua mobilidade, ou seja o universo de pessoas portadoras de mobilidade reduzida é uma grande percentagem da nossa população e é urgente mudar o paradigma das nossas cidades. Sem acessibilidade para todos não há democracia. O desinteresse político não pode continuar, sendo necessário reposicionarmo-nos na nova realidade que são as regiões e encarar este problema de frente, não o resolvendo à superfície, mas indo fundo nesta questão em nome de um bem maior que é um país acessível para todos! No contexto de uma “Europa das regiões”, as cidades assumem crescente e evidente protagonismo (em relativo detrimento dos países), constituindo-se como as unidades polarizadoras das dinâmicas de organização do território nomeadamente nas suas dimensões económicas, sociais, culturais e políticas.

O generalizado incentivo à cooperação transnacional entre autoridades urbanas, subjacente à estratégia europeia para o crescimento e desenvolvimento sustentado, evidente em muitos dos programas de financiamento comunitário, reafirma a convicção de que as políticas de cidade, na sua diversidade e abrangência, são instrumentos eficazes para implementar estratégias de desenvolvimento e crescimento.

No contexto nacional, falar de “autoridades urbanas”- no âmbito dos PO Regionais - é reconhecer nos nossos municípios uma grande responsabilidade na conceção/gestão de estratégias e visões pluridisciplinares sobre o território. Reconhecem-se, assim, as autarquias não só como as autoridades com poder efetivo para a intervenção física no espaço público das nossas cidades, mas também como os agentes privilegiados para convocar os diversos atores locais, fomentar e liderar parcerias para a ação, alterar processos e corrigir erros de planeamento, formar e sensibilizar para uma nova mentalidade.

A crescente urbanização dos nossos territórios, não tem implicado consequentemente a sua maior urbanidade. Entenda-se aqui urbanidade não como uma questão de quantidade de infraestruturas construídas, prédios e ruas, mas como a qualidade da interação da vida urbana com a envolvente física.

A progressiva consciencialização da relevância das questões da acessibilidade e mobilidade para a observância de direitos constitucionais e de cidadania, mas também para o protagonismo que estas evidenciam no desenvolvimento das economias urbanas, motiva muita da atenção que esta problemática tem recentemente sido alvo.

Nunca é demais relembrar que as questões da acessibilidade e da mobilidade reduzida não são uma preocupação afeta apenas aos deficientes. Mesmo na ótica estritamente económica da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE); crianças ou idosos, acidentados ou portadores de doenças debilitantes, quem transporta bagagem ou um carrinho de bebé, todos, enquanto condicionados na sua mobilidade, devem entender-se como “pessoas portadoras de mobilidade reduzida”, para os quais o meio construído apresenta dificuldades à interação, sejam ao nível da acessibilidade física, da orientação ou do acesso à informação. Existe, por isso, um número demasiado elevado, e diga-se, assustadoramente crescente de cidadãos, para quem espaços, edifícios, produtos e serviços prestados pela cidade apresentam um elevado grau de inadequação às suas necessidades, sejam estas permanentes ou temporárias.

Aqui importa pensar o modo como são asseguradas, a todos os cidadãos, as mesmas oportunidades de acesso, participação ou usufruto do conjunto dos espaços urbanos – públicos ou privados de uso público, bens e serviços da cidade. A persistência de condições de má ou insuficiente acessibilidade são problema e responsabilidade de todos e é já reconhecido como um importante fator inibidor do desenvolvimento económico no âmbito de um mercado alargado de usufrutuários da cidade como um todo.

Mesmo na perspetiva estritamente económica ou comercial - não é apenas uma responsabilidade social -, pensar num turismo urbano acessível (tornando mais fácil a que todos possam desfrutar de experiências de turismo), é afirmado pela Comissão Europeia como um “negócio atraente” e um fator que aumenta a competitividade e atratividade de um centro urbano, criando dinâmicas colaterais, potencial valor e reconhecimento.

Facto é que alguns ajustes básicos num estabelecimento, espaço público ou serviço, fornecendo informações precisas e adequadas e compreendendo as necessidades das pessoas com necessidades especiais, resulta no aumento do número dos seus utilizadores, mas também na qualidade e no nível de usufruto que visitantes e residentes retiram do meio urbano. Um edifício, um espaço, um equipamento público, um produto ou um serviço dito “inclusivo” ou “para Todos”, garante necessariamente um leque maior de utilizadores, maior frequência de uso, comodidade das interações e, numa lógica mais radicalmente económica, um alargamento do mercado alvo, das margens de lucro e da reputação ou imagem pública do produto, serviço, instituição ou da cidade no seu todo.

Assim, os custos ditos “acrescidos” da implementação de soluções “inclusivas” traduzem-se em retorno previsível, mais ainda porque a publicitação dos locais ou itinerários está assegurada por um conjunto de instituições que a este “cadastro” se dedicam e se constituem como importantes observatórios e divulgadores de boas práticas. Aqui impõe-se uma palavra de reconhecimento público pelo trabalho desenvolvido por instituições como a Associação Salvador, a ACAPO ou pela Immensa/Places4all, em prol da mudança pelas vias da sensibilização, pedagogia e informação.

Pelo contrário, a publicidade negativa e indesejada ou a ação da concorrência no contexto de um mercado cada vez mais atento a estas questões, fará com que venham a perder todos os que não forem sensíveis a estas necessidades e obrigações, que para além de direitos constitucionais, são deveres já consagrados na Lei Portuguesa.

Mas o “quase” desinteresse generalizado da sociedade civil e do poder político, no que respeita a estas questões, é já histórico. De há muito que quem se encontra em situação de limitação ou incapacidade, seja por razões congénitas ou adquiridas, se vê (e quantas vezes se resigna) ostracizado ou marginalizado da vida da respetiva comunidade, sempre sob a condescendência e a caridade dos demais ou debaixo de uma preocupação politicamente correta. Não se pode tratar apenas de melhorar leis, normas ou regulamentos.

É preciso que se opere uma verdadeira mudança cultural na forma como são entendidas e reivindicadas as questões da acessibilidade, colocando-as como tema central da equidade e democracia. Se, a título de exemplo, se analisar a implementação do que foi designado por Plano Nacional de Promoção da Acessibilidade, ou mais recentemente do Decreto-Lei 163/2006 de 8 de agosto – no que concerne à eliminação das barreiras arquitetónicas limitadoras da mobilidade -, não só se pode verificar que as medidas preconizadas não têm sido integralmente observadas, como é o Estado o primeiro incumpridor, seja por omissão, seja por demissão. Uma nota de preocupação: termina em 2016 o prazo de 10 anos (2006/2016) estabelecido por este decreto-lei (163/2006 de 8 de agosto) para a adaptação dos edifícios e “espaços circundantes da administração pública central, regional e local, bem como dos institutos (…)” de natureza pública ou similar, e ainda de espaços públicos pedonais, espaços de estacionamento, lares e outros equipamentos sociais ou similares, se construídos em data anterior a agosto de 1997 (in Artigo 9.º). Neste mesmo decreto-lei está prevista a aplicação de sanções sobre o incumprimento e permanência da desconformidade das edificações e estabelecimentos no que respeita às normas técnicas de acessibilidade (n.º 4 do art.º 9.º). Reconhecendo o muito que há ainda a fazer e o facto de o estado (administração central e local/municípios) se constituírem como entidades fiscalizadoras – tantas vezes em causa própria …- reafirma-se a preocupação quanto ao modo como toda esta questão será tratada neste ano de 2016.

Se ao nível dos programas de cooperação transfronteiriça ou transnacional, a Comissão Europeia reconhece estas preocupações e apoia as intervenções relacionadas, também as orientações do Acordo de Parceria Portugal2020 e dos PO Regionais, pela via dos Planos Estratégicos de Desenvolvimento Urbano (PEDU) e das Áreas de Reabilitação Urbana (ARU) se constituem como ferramentas e oportunidades para que, de forma sistemática e eficaz, se abordem as questões da acessibilidade e mobilidade para todos. Nesta perspetiva, à gestão política apresentam-se novos paradigmas e modelos de governância, onde pontuam uma maior dinâmica e envolvimento da sociedade civil (dos “orçamentos participativos” aos instrumentos de desenvolvimento local de base comunitária ou “ações urbanas inovadoras”), forçando ao compromisso político assumido para com uma efetiva agenda para a acessibilidade, tida também enquanto fator de inclusão e desenvolvimento económico. Só o envolvimento “pessoal” dos nossos eleitos permite a transversalidade/abrangência das estratégias e a exequibilidade da ação.

E se, para muitos, os conceitos fundamentais se consideram adquiridos, impõe-se agora que encontrem a devida tradução prática. Para particulares, instituições e autoridades urbanas apresentam-se neste quadro europeu 2014-2020 algumas (derradeiras?) oportunidades. Há que querer e estar atento.

Não é aceitável que, na sociedade civil, perdure um tão continuado e generalizado alheamento da defesa do espaço público, verdadeiramente inclusivo, enquanto coisa pública, e por isso e de facto, de Todos, sem exceção.

 

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Viva Porto Online
22 de janeiro de 2016

ESPAÇO URBANO DISCUTIDO NA TROFA

 

O auditório da Associação Empresarial do Baixo Ave, na Trofa, recebe esta sexta-feira, pelas 21h30, a conversa “Urbanidade e Habitabilidade: Espaço Urbano em Espaço para Todos!”, que pretende causar a reflexão sobre a acessibilidade presente nas cidades.

O arquiteto José António Lopes será o principal orador da conversa, uma iniciativa do Movimento Lírio Azul e que conta com o apoio da autarquia trofense, que vai expor os problemas com que a população ainda se debate quanto aos acessos em espaços urbanos.

 

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Magazine Imobiliário Online
22 de janeiro de 2016

ARQUITECTURA VERSUS ACESSIBILIDADE

 

Dia 22 de Janeiro, o auditório da Associação Empresarial do Baixo Ave (AEBA), na Trofa, debate o tema: ‘Urbanidade e Habitabilidade: espaço urbano um espaço para todos!’

Com a intenção de reflectir sobre a temática ‘Urbanidade e Habitabilidade: Espaço Urbano um espaço para todos!’, o Movimento Lírio Azul organiza uma palestra que terá como protagonista o arquitecto José António Lopes, numa iniciativa que conta com o apoio da Câmara Municipal da Trofa e da AEBA.

Esta sessão pretende abordar questões como os conceitos de mobilidade e de acessibilidade, bem como as necessidades de deslocação intrínsecas ao quotidiano das populações.

 

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Directobras
22 de janeiro de 2016

URBANISMO E ACESSIBILIDADE EM DEBATE NA TROFA

 

Vai decorrer, no dia 22 de Janeiro, o debate subordinado ao papel da arquitectura na acessibilidade por parte de pessoas portadoras de deficiência. Este evento tem lugar no Auditório da AEBA - Associação Empresarial do Baixo Ave, na Trofa e conta com a participação do arquitecto José António Lopes, Ad Quadratum Arquitectos. De relembrar que este gabinete de arquitectura tem-se destacado por desenvolver projectos e protocolos com vista à integração de pessoas portadoras de deficiência na sociedade. Este gabinete assinou, por exemplo,  um protocolo com  IMMENSA – Inclusive Cities.  Esta associação sem fins lucrativos desenvolveu o Places4all - Sistema de Classificação de Acessibilidade em espaços físicos. O protocolo agora assinado visa estabelecer relações entre o gabinete AD Quadratum e a IMMENSA e, no âmbito das actividades do Places4All, sugerir melhorias aos responsáveis dos espaços situados nos distritos de Aveiro, Braga, Porto e Viana do Castelo, que se demonstrem verdadeiramente empenhados em promover a acessibilidade como um requisito de qualidade de vida a todas as pessoas. Este evento visa ainda a reflexão sobre Urbanidade e Habitabilidade: Espaço Urbano um espaço para todos!

 

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Anteprojectos Online
21 de janeiro de 2016

URBANIDADE E HABITABILIDADE: ESPAÇO URBANO UM ESPAÇO PARA TODOS!

 

As acessibilidades vão estar de novo em análise. O Arquiteto José António Lopes, Ad quadratum Arquietctos estará no auditório da AEBA para permitir a reflexão sobre Urbanidade e Habitabilidade: Espaço Urbano um espaço para todos! Com a Câmara Municipal da Trofa, numa iniciativa do Movimento Lírio Azul, a ad quadratum volta a um tema que elegeu como prioritário.

Não perca! Próxima sexta-feira, 22 de janeiro, 21h30, Auditório da AEBA – Associação Empresarial do Baixo Ave, na Trofa.

 

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Jornal Construir Online
21 de janeiro de 2016

AS ACESSIBILIDADES NO ESPAÇO URBANO EM REFLEXÃO NA TROFA

 

O Auditório da AEBA – Associação Empresarial do Baixo Ave, na Trofa, recebe a 22 de Janeiro a conferência “Urbanidade e Habitabilidade: Espaço Urbano um Espaço para Todos!”

José António Lopes, arquitecto do gabinete Ad quadratum Arquitectos, estará no auditório para reflectir sobre as questões da acessibilidade nas nossas cidades.

O gabinete volta a centrar a discussão num tema que elegeu como prioritário, desta vez  juntando-se à Câmara Municipal da Trofa, numa iniciativa do Movimento Lírio Azul.

 

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Construir Online
19 de janeiro de 2016

A ACESSIBILIDADE E A MOBILIDADE ESTÃO NA AGENDA DOS DIFERENTES NÍVEIS DE GOVERNAÇÃO

 

A acessibilidade e a mobilidade para todos, está inequivocamente, mas só agora, a fazer parte das agendas políticas dos diferentes níveis de governação. A progressiva consciencialização da relevância destas questões para a observância de direitos constitucionais e de cidadania, mas também para o protagonismo que estas evidenciam no desenvolvimento das economias urbanas, motiva muita da atenção que esta problemática tem recentemente sido alvo.

Nunca é demais relembrar que as questões da acessibilidade e da mobilidade reduzida não são uma preocupação afecta apenas aos deficientes. Mesmo na óptica estritamente económica da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE); crianças ou idosos, acidentados ou portadores de doenças debilitantes, quem transporta bagagem ou um carrinho de bebé, todos, enquanto condicionados na sua mobilidade, devem entender-se como “pessoas portadoras de mobilidade reduzida”, para os quais o meio construído apresenta dificuldades à interacção, sejam ao nível da acessibilidade física, da orientação ou do acesso à informação. Existe por isso um número demasiado elevado, e diga-se, assustadoramente crescente de cidadãos, para quem espaços, edifícios, produtos e serviços prestados pela cidade, apresentam um elevado grau de inadequação às suas necessidades, sejam estas permanentes ou temporárias.

A persistência de condições de má ou insuficiente acessibilidade são problema e responsabilidade de todos e como se sabe um importante factor inibidor do desenvolvimento económico no âmbito de um alargado mercado de usufrutuários do espaço, bens e serviços da cidade – mesmo na perspectiva comercial ou turística-, cabe aos municípios enquanto verdadeiras “Autoridades Urbanas” convocar o envolvimento dos munícipes nestes processos, e pelo própria exemplo, apelar à sensibilidade e à mudança de práticas e sensibilidades.

No enquadramento das orientações do Acordo de Parceria Portugal2020 e dos PO Regionais, os Planos Estratégicos de Desenvolvimento Urbano (PEDU) e as Áreas de Reabilitação Urbana (ARU) convocam estratégias e visões pluridisciplinares sobre o território de muitos centros urbanos, constituindo-se como ferramentas e oportunidade para que de forma sistemática e eficaz se abordem as questões da acessibilidade e mobilidade para todos.

À gestão política apresentam-se novos paradigmas e modelos de governância, onde pontuam uma maior dinâmica e envolvimento da sociedade civil (dos “orçamentos participativos” aos instrumentos de desenvolvimento local de base comunitária), forçando ao compromisso político assumido para com uma efectiva agenda para a acessibilidade, tida também enquanto factor de inclusão. Só o envolvimento dos nossos eleitos permite a transversalidade e abrangência das estratégias e da acção, envolvendo os mais diversos actores urbanos, técnicos e sociedade civil. Muito por força e mérito da determinação política, em alguns municípios, a constituição destes fóruns de discussão, impele à participação ao envolvimento e ao compromisso para a mudança.

 

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Smart Cities Online
7 de janeiro de 2016

CIDADES POUCO ACESSÍVEIS

 

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Oje
11 de dezembro de 2015

ADQUADRATUM ARQUITECTOS DESENHA TROFÉU

 

Leia aqui a notícia.

Anteprojectos
30 de novembro de 2015

Opinião de José António Lopes

 

FINALMENTE A ACESSIBILIDADE E MOBILIDADE ESTÃO NA AGENDA DOS DIFERENTES NÍVEIS DE GOVERNAÇÃO

 

A acessibilidade e a mobilidade para todos, está inequivocamente, mas só agora, a fazer parte das agendas políticas dos diferentes níveis de governação. A progressiva consciencialização da relevância destas questões para a observância de direitos constitucionais e de cidadania, mas também para o protagonismo que estas evidenciam no desenvolvimento das economias urbanas, motiva muita da atenção que esta problemática tem recentemente sido alvo.

Nunca é demais relembrar que as questões da acessibilidade e da mobilidade reduzida não são uma preocupação afecta apenas aos deficientes. Mesmo na óptica estritamente económica da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE); crianças ou idosos, acidentados ou portadores de doenças debilitantes, quem transporta bagagem ou um carrinho de bebé, todos, enquanto condicionados na sua mobilidade, devem entender-se como “pessoas portadoras de mobilidade reduzida”, para os quais o meio construído apresenta dificuldades à interacção, sejam ao nível da acessibilidade física, da orientação ou do acesso à informação. Existe por isso um número demasiado elevado, e diga-se, assustadoramente crescente de cidadãos, para quem espaços, edifícios, produtos e serviços prestados pela cidade, apresentam um elevado grau de inadequação às suas necessidades, sejam estas permanentes ou temporárias.

A persistência de condições de má ou insuficiente acessibilidade são problema e responsabilidade de todos e como se sabe um importante factor inibidor do desenvolvimento económico no âmbito de um alargado mercado de usufrutuários do espaço, bens e serviços da cidade – mesmo na perspectiva comercial ou turística-, cabe por isso aos municípios enquanto verdadeiras “Autoridades Urbanas” convocar o envolvimento dos munícipes nestes processos, e pelo própria exemplo, apelar à sensibilidade e à mudança de práticas e sensibilidades.

No enquadramento das orientações do Acordo de Parceria Portugal2020 e dos PO Regionais, os Planos Estratégicos de Desenvolvimento Urbano (PEDU) e as Áreas de Reabilitação Urbana (ARU) convocam estratégias e visões pluridisciplinares sobre o território de muitos centros urbanos, constituindo-se como ferramentas e oportunidade para que de forma sistemática e eficaz se abordem as questões da acessibilidade e mobilidade para todos.

À gestão política apresentam-se novos paradigmas e modelos de governância, onde pontuam uma maior dinâmica e envolvimento da sociedade civil (dos “orçamentos participativos” aos instrumentos de desenvolvimento local de base comunitária), forçando ao compromisso político assumido para com uma efectiva agenda para a acessibilidade, tida também enquanto factor de inclusão. Só o envolvimento dos nossos eleitos permite a transversalidade e abrangência das estratégias e da acção, convocando os mais diversos actores urbanos, técnicos e sociedade civil. Muito por força e mérito da determinação política, em alguns municípios, a constituição destes fóruns de discussão, impele à participação ao envolvimento e ao compromisso para a mudança.

Económico TV
19 de março de 2015

QUE OPORTUNIDADES DE EMPREGO TÊM OS ARQUITECTOS?

 

Entrevista a José António Lopes no programa ‘Capital Humano’.

Emissão disponível aqui.

Construir Online
28 de agosto de 2014

ADQUADRATUM ARQUITECTOS DESENVOLVE PROJECTOS DE ACESSIBILIDADE PARA ASSOCIAÇÕES DE CARÁCTER SOCIAL

 

O gabinete Adquadratum Arquitectos, constituído por José António Lopes e Cristina Magalhães, anunciou um conjunto de parcerias com associações de carácter social, nomeadamente ao nível dos projectos de acessibilidade.

Lembrando que “os arquitectos exercem um papel importante na formação das cidades e espaços construídos com acessibilidade”, o gabinete é parceiro da Associação Salvador (cuja missão é promover a integração das pessoas com deficiência motora na sociedade e melhorar a sua qualidade de vida) e com a ACAPO (Associação dos Cegos e Amblíopes de Portugal).

O objectivo destas parcerias, explica em comunicado de imprensa, é “ligar-se a entidades que pretendem melhorar a qualidade de vida de indivíduos com menor capacidade de autonomia” e “promover a inclusão das pessoas com deficiência motora na sociedade, e por conseguinte, melhoria na sua qualidade de vida”.

Relativamente à Associação Salvador, a Adquadratum Arquitectos vai levar a cabo um conjunto de estudos prévios/diagnóstico de acessibilidades de espaços, mais tarde concretizáveis, nos distritos de Aveiro, Braga, Porto e Viana do Castelo, para integrar o ”Guia Portugal Acessível”.

No caso da ACAPO, o gabinete compromete-se nos seus projectos a “criar lugares privilegiados da aproximação ao exercício do direito à acessibilidade. Aqui será feito o levantamento das necessidades do utilizador deficiente visual e dos obstáculos que no dia-a-dia lhes retiram o direito à acessibilidade e, através dela, à plena cidadania, recorrendo aquando do desenvolvimento de projectos aos serviços de consultoria da ACAPO, que melhor do que ninguém, conhece quais as necessidades de pessoas com acessos especiais”.

Opinião Pública
28 de agosto de 2014

ADQUADRATUM ESTABELECE PARCERIAS COM ASSOCIAÇÕES DE CARÁCTER SOCIAL

 

O gabinete de arquitectura de Famalicão Adquadratum estabeleceu, pelo segundo ano consecutivo, uma parceria com a Associação Salvador com vista a promover a inclusão das pessoas com insuficiência motora na sociedade e, por conseguinte, a melhoria na sua qualidade de vida. A Associação Salvador desenvolveu o site portugalacessivel.com, que disponibiliza informação sobre as acessibilidades físicas em diferentes tipos de espaços em Portugal. Neste sentido a Adquadratum Arquitectos comprometeu-se a fazer estudos prévios de acessibilidades de espaços nos distritos de Aveiro, Braga, Porto e Viana do Castelo, para integrar o Guia Portugal Acessível. O gabinete famalicense celebrou também parceria com a ACAPO. Aqui será feito o levantamento das necessidades do utilizador deficiente visual e dos obstáculos que no dia-a-dia lhes retiram o direito à acessibilidade. Neste sentido a Adquadratum compromete-se a recorrer, aquando do desenvolvimento de projetos, aos serviços de consultoria da ACAPO.

Vida Imobiliária
28 de agosto de 2014

ADQUADRATUM REFORÇA PARCERIAS PARA PROJETOS DE ACESSIBILIDADE

 

Perante a convicção de que a responsabilidade social tem de estar presente na arquitetura, a Adquadratum está a reforçar a sua atividade neste campo e tem vindo a estabelecer parcerias com entidades que apoiam as pessoas com mobilidade reduzida, reafirmando que “a arquitetura afeta positivamente ou negativamente a vida das pessoas em muitos dos aspetos que vão para além do traço do arquiteto”.

Considerando que “os arquitetos exercem um papel importante na formação das cidades e espaços construídos com acessibilidade”, a Adquadratum estabeleceu protocolos com a Associação Salvador e com a ACAPO.

Vocacionada para promover a integração das pessoas com deficiência motora na sociedade e melhorar a sua qualidade de vida, a Associação Salvador desenvolveu o site www.portugalacessivel.com no qual disponibiliza informação sobre as acessibilidades físicas em diferentes tipos de espaços no nosso país. No acordo estabelecido entre ambas as entidades pelo segundo ano consecutivo, a Adquadratum Arquitectos comprometeu-se a fazer estudos prévios e de diagnóstico de acessibilidades de espaços, mais tarde concretizáveis, nos distritos de Aveiro, Braga, Porto e Viana do Castelo, para integrar o Guia Portugal Acessível.

Já o acordo firmado com a ACAPO – Associação dos Cegos e Amblíopes de Portugal é uma estreia em 2014, no âmbito do qual o ateliê se compromete a criar lugares privilegiados da aproximação ao exercício do direito à acessibilidade nos seus projetos. Neste âmbito será realizado o levantamento das necessidades do utilizador deficiente visual e dos obstáculos que lhe retira a mobilidade no dia-dia-dia, recorrendo aquando do desenvolvimento de projetos aos serviços de consultoria da ACAPO.

Vida Económica
22 de agosto de 2014

UNIDADE CEREALIS DA TROFA REMODELADA E AMPLIADA

 

“Parece que estamos nos Estado Unidos” era assim que se expressava o Presidente da Assembleia Geral da AEBA – Associação Empresarial do Baixo Ave, o empresário trofense Manuel Pontes, ao acompanhar a Visita à Unidade Industrial da Trofa do Grupo Cerealis promovida pelo gabinete de arquitetura ad quadratum e pela AEBA. Em 2009, este complexo industrial foi sujeito a uma intervenção que consistiu na remodelação e ampliação, dotando-o de novas áreas de produção, embalamento e armazenagem.

Do ponto de vista arquitetónico, as solicitações do ramo alimentar são muito específicas e desafiadoras para os autores do projeto que as quiseram partilhar com os participantes deste evento. José António Lopes, o arquiteto autor e sócio-gerente do gabinete de arquitetura com 20 anos de experiência, também na arquitetura industrial, refere que fazer projeto industrial é por si só difícil e específico, mas que se falarmos de projeto para a industria alimentar o campeonato é outro. Neste caso em concreto, a equipa multidisciplinar do gabinete encontrou um edifício já pré-existente, deparou-se com uma grande contenção orçamental. O que exigiu muita disciplina de projeto, acrescentando ainda um maior desafio.

 

Preocupação ambiental fora do vulgar

Trata-se de conseguir sintonizar a intervenção e as lógicas de processo às respostas de projeto. É exigido um conhecimento do processo industrial , como também da preocupação ambiental fora do vulgar por parte do cliente e do próprio gabinete. Ao que há a acrescentar a boa gestão e salvaguarda do território onde se insere a unidade industrial. Respeitando o conforto acústico e a redução sonora em prol de quem lá trabalha e do território vizinho.

José António Lopes referiu ainda que neste caso estava perante um cliente que transcende os parâmetros mínimos e que tem níveis de exigência muito elevados também na área social.

A finalizar convém referir que foi ali e à data que nasceu um grande armazém automático, ponta de lança nas soluções de armazenagem – uma solução totalmente inovadora então.

Directobras
20 de agosto de 2014

ADQUADRATUM ESTABELECE PARCERIAS COM ASSOCIAÇÕES DE CARÁCTER SOCIAL

 

O gabinete Adquadratum Arquitectos estabeleceu protocolos com associações de carácter social reforçando, deste modo, o seu papel como “parceiro de excelência em projectos de acessibilidade”.

Os arquitectos exercem um papel importante na formação das cidades e espaços construídos com acessibilidade. Nesta área de excelência, a Adquadratum tem protocolos com a Associação Salvador (cuja missão é promover a integração das pessoas com deficiência motora na sociedade e melhorar a sua qualidade de vida) e com a ACAPO (Associação dos Cegos e Amblíopes de Portugal, é uma Instituição Particular de Solidariedade Social, fundada a 20 de Outubro de1989).

Com o intuito de se ligar a entidades que pretendem melhorar a qualidade de vida de indivíduos com menor capacidade de autonomia a Adquadratum estabelece, pelo segundo ano consecutivo, parceria com a Associação Salvador coincidindo na missão de promover a inclusão das pessoas com deficiência motora na sociedade, e por conseguinte, melhoria na sua qualidade de vida.

A Associação Salvador desenvolveu o site www.portugalacessivel.com, que disponibiliza informação sobre as acessibilidades físicas em diferentes tipos de espaços, em Portugal.

Neste sentido, ao gabinete de arquitectura comprometeu-se a fazer estudos prévios e o diagnóstico de acessibilidades de espaços, mais tarde concretizáveis, nos distritos de Aveiro, Braga, Porto e Viana do Castelo, para integrar o Guia Portugal Acessível.

Com a ACAPO trata-se de uma nova parceria e o gabinete Adquadratum compromete-se nos seus projetos a criar lugares privilegiados da aproximação ao exercício do direito à acessibilidade. Aqui será feito o levantamento das necessidades do utilizador deficiente visual e dos obstáculos que no dia-a-dia lhes retiram o direito à acessibilidade e, através dela, à plena cidadania, recorrendo aquando do desenvolvimento de projetos aos serviços de consultoria da ACAPO, que melhor do que ninguém, conhece quais as necessidades de pessoas com acessos especiais.

Notícias da Trofa Online
24 de junho de 2014

VISITA À UNIDADE INDUSTRIAL DA TROFA DO GRUPO CEREALIS

 

A Associação Empresarial do Baixo Ave (AEBA)  e o Gabinete de Arquitectura ad quadratum promoveram uma visita à Unidade Industrial da Trofa do Grupo Cerealis, que em 2009 foi sujeito a uma remodelação e ampliação, dotando-o de “novas áreas de produção, embalamento e de aramazenagem”.

O sócio gerente do gabinete de arquitectura e autor da obra, José António Lopes, explicou que a visita surgiu de “uma solicitação feita pela AEBA” pelo facto de “ vários diretores industriais e administradores a seus associados terem demonstrado o interesse para fazer esta visita” pela “relevância e pioneirismo” que a unidade empresarial representa em termos de “sistemas industriais, como a singularidade do projeto de arquitetura”. Ao longo de “12 anos”, a unidade industrial foi sujeita a “muitas e diversas intervenções”, desde a “completa eliminação dos sistemas industriais pré-existentes à dotação de novos sistemas industriais, reabilitação de um edifício antigo e ampliação”, que, segundo José António Lopes contou dispõe “o dobro do que era a área primordial”.

À data nasceu um grande armazém automático, “ponta de lança nas soluções de armazenagem e uma solução totalmente inovadora”. “É uma área de projeto muito gratificante, porque à dez anos, quando foi executado, era pioneiro neste sistemas e ainda hoje é uma referência para os instaladores da maquinaria que fazem a honra e questão de vir mostrar este edifício automático a outros clientes”, mencionou.

Já José Manuel Fernandes, presidente AEBA, referiu que esta foi “uma visita de reconhecimento e ao mesmo tempo de expansão que representa estrategicamente para o concelho e na região do baixo ave”, sendo a unidade da Cerealis “bastante avançada e um exemplo na reorganização da gestão de operações” e “um exemplo na questão de rentabilidade dos play outs, com aplicações bastante avançadas em termos robóticas, armazenagem automática e respeito pelas regras do ambiente”.

Para Rui Amorim de Sousa, administrador Delegado do grupo Cerealis SGPS, o objetivo desta visita era “dar a conhecer a outros empresários da zona como foi este processo, e, eventualmente, ressuscitar zonas de responsabilidade mútua, fazer perguntas, interagir uns com os outros, saber como os podemos ajudar no futuro, cooperar e usufruir das experiências que cada um vai tendo no seus projetos empresariais”.

O Notícias da Trofa
20 de junho de 2014

VISITA À UNIDADE INDUSTRIAL DA TROFA DO GRUPO CEREALIS

 

A Associação Empresarial do Baixo Ave (AEBA)  e o Gabinete de Arquitectura ad quadratum promoveram uma visita à Unidade Industrial da Trofa do Grupo Cerealis, que em 2009 foi sujeito a uma remodelação e ampliação, dotando-o de “novas áreas de produção, embalamento e de aramazenagem”.

O sócio gerente do gabinete de arquitectura e autor da obra, José António Lopes, explicou que a visita surgiu de “uma solicitação feita pela AEBA” pelo facto de “ vários diretores industriais e administradores a seus associados terem demonstrado o interesse para fazer esta visita” pela “relevância e pioneirismo” que a unidade empresarial representa em termos de “sistemas industriais, como a singularidade do projeto de arquitetura”. Ao longo de “12 anos”, a unidade industrial foi sujeita a “muitas e diversas intervenções”, desde a “completa eliminação dos sistemas industriais pré-existentes à dotação de novos sistemas industriais, reabilitação de um edifício antigo e ampliação”, que, segundo José António Lopes contou dispõe “o dobro do que era a área primordial”.

À data nasceu um grande armazém automático, “ponta de lança nas soluções de armazenagem e uma solução totalmente inovadora”. “É uma área de projeto muito gratificante, porque à dez anos, quando foi executado, era pioneiro neste sistemas e ainda hoje é uma referência para os instaladores da maquinaria que fazem a honra e questão de vir mostrar este edifício automático a outros clientes”, mencionou.

Já José Manuel Fernandes, presidente AEBA, referiu que esta foi “uma visita de reconhecimento e ao mesmo tempo de expansão que representa estrategicamente para o concelho e na região do baixo ave”, sendo a unidade da Cerealis “bastante avançada e um exemplo na reorganização da gestão de operações” e “um exemplo na questão de rentabilidade dos play outs, com aplicações bastante avançadas em termos robóticas, armazenagem automática e respeito pelas regras do ambiente”.

Para Rui Amorim de Sousa, administrador Delegado do grupo Cerealis SGPS, o objetivo desta visita era “dar a conhecer a outros empresários da zona como foi este processo, e, eventualmente, ressuscitar zonas de responsabilidade mútua, fazer perguntas, interagir uns com os outros, saber como os podemos ajudar no futuro, cooperar e usufruir das experiências que cada um vai tendo no seus projetos empresariais”.

Jornal Imediato
16 de maio de 2014

AD QUADRATUM ABRE NOVO ESCRITÓRIO

 

A ad quadratum arquitectos chegou, no passado dia 11 de maio a Felgueiras. A empresa, com sede em Famalicão desde há 14 anos, expandiu a sua atividade e abriu um gabinete de arquitetura na cidade felgueirense. Reconhecendo o empreendedorismo deste concelho e a capacidade de fazer acontecer que as gentes de Felgueiras têm, a ad quadratum arquitectos instalou-se na cidade, num gabinete liderado por José António Lopes, uma referência na arquitetura nacional, com grande destaque para a arquitetura industrial, como atestam os seus projetos no Grupo Cerealis onde é o arquiteto responsável pela ampliação da Fábrica Nacional, escritórios da Cerealis, na Maia, escritórios da Nacional, em Lisboa, Fábrica de Massas Nacional, Fábrica de Massas da Milaneza e Semolaria da Cerealis.

Vale do Sousa Online
9 de maio de 2014

AD QUADRATUM ARQUITECTOS AGORA TAMBÉM EM FELGUEIRAS

 

A ad quadratum arquitectos chegou a Felgueiras. Reconhecendo o empreendedorismo deste concelho e a capacidade de fazer acontecer que as gentes de Felgueiras têm, o gabinete de arquitectura, com sede em Famalicão desde há 14 anos, decidiu expandir a sua actividade e abrir portas numa região marcada pela força do trabalho. No próximo domingo, dia 11, o Gabinete abre as portas a toda a comunidade, dando a conhecer a equipa. À frente do gabinete de arquitectos está José António Lopes, cujo Curriculum Vitae não deixa dúvidas quanto à competência, experiência e marca de referência na arquitectura nacional, com grande destaque para a arquitectura industrial, como atestam os seus projectos no Grupo Cerealis onde é o arquitecto responsável pela ampliação da Fábrica Nacional, escritórios da Cerealis, na Maia, escritórios da Nacional, em Lisboa, Fábrica de Massas Nacional, Fábrica de Massas da Milaneza e Semolaria da Cerealis. Esta experiência poderá ser ainda atestada neste vídeo.

 

A mais valia do gabinete de arquitectura que escolheu Felgueiras como o seu próximo destino, não está limitada à grande valência que é a arquitectura de grandes unidades industriaisA recuperação do Convento do Beato, em Lisboa, é outra das marcas deixadas por José António Lopes que assina ainda projectos de habitação no Porto, Mangualde e um pouco por todo o país. Assim como o projecto do Lar Residencial da Cruz Vermelha em Santo Tirso. O urbanismo e o planeamento são também áreas fortes do gabinete que usufrui da experiência de 20 anos do seu gerente em cargos de chefia numa autarquia. De referir as intervenções: o projecto de revisão do Plano Director Municipal de Santo Tirso, o Plano de Urbanização de terrenos da Imobiliária Monte Picoto, em Águas Santas, Maia ou o estudo de viabilização urbanística de quarteirão em S. João, Vizela. A responsabilidade social não é esquecida pelo gabinete e que faz do mesmo um parceiro de excelência em projectos de acessibilidade (ver, em baixo, artigos publicados no Expresso e no Jornal O Público).  Nesta área de excelência, a ad quadratum tem protocolos com a Associação Salvador ( cuja missão é promover a integração das pessoas com deficiência motora na sociedade e melhorar a sua qualidade de vida) e com a ACAPO (Associação dos Cegos e Amblíopes de Portugal, é uma Instituição Particular de Solidariedade Social, fundada a 20 de Outubro de1989 por fusão da Associação de Cegos Louis Braille, a Liga de Cegos João de Deus e a Associação de Cegos do Norte de Portugal. 

 

ad quadratum arquitectos – o que nos dizem os seus sócios

 

Com referência directa à tradição da “Escola do Porto”, encaramos o exercício da arquitectura enquanto disciplina condicionada por valores, onde a arte e a técnica do projectar/edificar estão ao serviço do homem e do ambiente, assentando numa prática de rigor, na qualificação e organização do espaço, na abrangência de diversas escalas de trabalho, desde o ordenamento do território ao planeamento de pormenor, do edifício ao design de mobiliário e de objectos. Com experiência na gestão e acompanhamento intensivo de todos os processos administrativos e técnicos complementares à prática da arquitectura, o gabinete presta um serviço completo de assessoria e apoio ao cliente, que enriquece e valoriza o trabalho do âmbito disciplinar. Na ad quadratum arquitectos, o cliente é acompanhado desde a fase de conceito, ao planeamento/calendarização do projecto, nos procedimentos administrativos e de relacionamento com todas as entidades de licenciamento ou tutela. É condição da qualidade do serviço prestado a estreita gestão e articulação com todas as especialidades e colaboradores associados ao processo de projecto e de obra, em cuja assistência técnica pontua a dedicação e o envolvimento pessoal e profissional de todos os nossos colaboradores.

Ecos de Negrelos | Fevereiro/Março
3 de abril de 2014

SEMINÁRIO "INDÚSTRIA DA ARQUITECTURA"

 

A adquadratum arquitectos promoveu o encontro que contou com a presença do Presidente da Câmara Municipal de Famalicão, Paulo Cunha, e do Administrador Executivo da Cerealis, Rui Amorim de Sousa. E onde marcaram presença importantes individualidades como o presidente da AEBA (Associação Empresarial do Baixo Ave), Manuel Pontes, e muitos industriais de Vila Nova de Famalicão e Trofa. A adquadratum arquitectos promoveu um seminário sobre ‘Indústria da Arquitectura’. Um encontro realizado no âmbito da Feira ‘A Casa Ideal’ que decorreu hoje e continua nos dias 23, 29 e 30 de março no Lago Discount (Rua do Xisto, 4760-727 Ribeirão – V. N. Famalicão). Este seminário pretendeu abordar a temática da especialização que é necessária para a construção de uma qualquer unidade industrial, seja de massas alimentícias, de conservas ou de tintas. O Presidente da Câmara Municipal de Famalicão, Paulo Cunha, abriu a sessão realçando o papel facilitador que uma Autarquia tem que assumir junto do tecido empresarial para o ajudar a crescer. Seguiu-se a intervenção do arquiteto José António Ferreira Lopes que destacou a larga experiência da adquadratum arquitectos em projeto de edifícios industriais de grande complexidade e nível de solicitações/comportamento interno, como o são os do ramo alimentar, em evidência neste seminário. O arquiteto José António Lopes criou a adquadratum arquitectos em 1999. Esta sociedade, constituída com a arquiteta Cristina Magalhaes, consolida uma sólida formação de todos os seus colaboradores, com uma vasta e diversa prática profissional regulada, em todos os projetos e obras, por uma postura distinta e orientada para a qualidade. Com referência direta à tradição da “Escola do Porto”, encaram o exercício da arquitetura enquanto disciplina condicionada por valores, onde a arte e a técnica do projetar/edificar estão ao serviço do homem e do ambiente, assentando numa prática de rigor, na qualificação e organização do espaço, na abrangência de diversas escalas de trabalho, desde o ordenamento do território ao planeamento de pormenor, do edifício ao design de mobiliário e de objetos. No encontro foram apresentadas três importantes intervenções deste gabinete de arquitetura realizadas no Grupo Cerealis. A primeira intervenção apresentada foi a Ampliação Fábrica Nacional, Trofa, 2009. Consistiu na ampliação de complexo industrial, dotando-o de novas áreas de produção, embalamento e de armazenagem, novas áreas sanitárias e sociais, beneficiação de serviços administrativos e parque de estacionamento. Seguiram-se os Escritórios Cerealis SGPS, Maia, 2002. Uma reabilitação de antiga fábrica para sede social do grupo empresarial. A organização do edifício reinterpreta a antiga estrutura fabril, acolhendo o complexo de escritórios, destinados à administração e restantes departamentos funcionais. Contempla ainda um museu, salão nobre para atos representativos e auditório. O programa desenvolveu-se em torno de um átrio de triplo pé-direito, onde se localizavam os antigos silos de cereal. Um percurso ascendente, periférico ao grande vão central, acentua o carácter representativo e institucional que este edifício assume. O edifício está dotado de extensa superfície de estacionamento privado e amplas zonas ajardinadas, considerando a naturalização de um troço do adjacente Rio Leça. E por fim os Escritórios Nacional, Lisboa, 2003, que se tratou da adaptação de antiga semolaria industrial, projetada pelo arquiteto Pardal Monteiro, a edifício de escritórios, acolhendo os diversos serviços administrativos, salas de reuniões e refeitório. Reabilitação de fachadas, considerando recuperação de betões e rebocos, limpeza, pintura e reconfiguração dos espaços interiores (mantendo as suas características essencialmente amplas) adaptados agora às novas solicitações. No decorrer do seminário foi igualmente apresentado um vídeo com alguns dos projetos industriais realizados pelo gabinete ‘adquadratum’ para o grupo Cerealis. O encerramento, contou com o testemunho do Administrador Executivo da Cerealis, Rui Amorim de Sousa.

Diário Económico
3 de abril de 2014

ARU

 

São hoje mais de 125 as Áreas de Reabilitação Urbana (ARU) aprovadas pelo Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU) em Portugal e muitas estão a caminho de o ser, como é o caso de Sintra, que quer fazer do seu centro histórico uma ARU. José António Ferreira Lopes, arquiteto, afirma que “para os municípios as ARU são uma ferramenta de reflexão e facilitação da atuação”, sendo “condição para a candidatura a medidas de incentivo ou apoio no âmbito do próximo quadro comunitário de apoio”. Através desta ferramenta, refere, “é possível organizar modelos de planeamento e intervenção a escalas mais pequenas”. Francisco Sottomayor, da consultora CBRE, lembra ainda que grande parte da cidade de Lisboa toda a cidade é uma ARU.

Jornal de Santo Thyrso
28 de março de 2014

SEMINÁRIO "INDÚSTRIA DA ARQUITECTURA"

 

A “Adquadratum Arquitectos” promoveu o encontro/ seminário, cujo tema foi ”industria da arquitetura” que contou com a presença do Presidente da Câmara Municipal de Famalicão, Paulo Cunha, e do Administrador Executivo da Cerealis, Rui Amorim de Sousa. E onde marcaram presença importantes individualidades como o presidente da AEBA (Associação Empresarial do Baixo Ave), Manuel Pontes, e muitos industriais de Vila Nova de Famalicão e Trofa. O encontro realizado no âmbito da Feira ‘A Casa Ideal’ que decorreu sábado, dia 22 e continua nos dias 23, 29 e 30 do mês em curso no Lago Discount ( Rua do Xisto, 4760-727 Ribeirão – V. N. Famalicão).

Este seminário pretendeu abordar a temática da especialização que é necessária para a construção de uma qualquer unidade industrial, seja de massas alimentícias, de conservas ou de tintas. O Presidente da Câmara Municipal de Famalicão, Paulo Cunha, abriu a sessão realçando o papel facilitador que uma Autarquia tem que assumir junto do tecido empresarial para o ajudar a crescer. Seguiu-se a intervenção do arquiteto José António Ferreira Lopes que destacou a larga experiência da adquadratum arquitectos em projeto de edifícios industriais de grande complexidade e nível de solicitações/comportamento interno, como o são os do ramo alimentar, em evidência neste seminário. O arquiteto José António Lopes criou a “Adquadratum Arquitectos” em 1999.

Esta sociedade, constituída com a arquiteta Cristina Magalhães, consolida uma sólida formação de todos os seus colaboradores, com uma vasta e diversa prática profissional regulada, em todos os projetos e obras, por uma postura distinta e orientada para a qualidade. Neste encontro foram apresentadas três importantes intervenções deste gabinete de arquitetura realizadas no Grupo Cerealis. A primeira foi a Ampliação Fábrica Nacional, Trofa, 2009; a segunda, os Escritórios Cerealis SGPS, Maia, 2002; a terceira os Escritórios Nacional, Lisboa, 2003. O encerramento, contou com o testemunho do Administrador Executivo da Cerealis, Rui Amorim de Sousa.

O Notícias da Trofa
27 de março de 2014

SEMINÁRIO ABORDOU A "ESPECIALIZAÇÃO NECESSÁRIA PARA A CONSTRUÇÃO"

 

A feira “A Casa Ideal”, a ser desenvolvida no Lago Discount, em Vila Nova de Famalicão, foi palco do seminário “Industria da Arquitetura”, que ocorreu no dia 22 de março. “Industria da Arquitetura” foi o nome do promovido pela “Adquadratum Arquitectos”, no âmbito da feira “A Casa Ideal”, que decorre no Lago Discount, em Ribeirao, Vila Nova de Famalicao.

Entre “muitos industriais” de Vila Nova de Famalicao e da Trofa, encontravam-se Manuel Pontes, presidente da AEBA – Associaçao Empresarial do Baixo Ave –, Paulo Cunha, presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicao, e Rui Amorim de Sousa, administrador executivo da empresa Cerealis.

Com este seminário, a “Adquadratum Arquitectos” pretendia “abordar a temática da especialização que é necessária para a construção de uma qualquer unidade industrial, seja de massas alimentícias, de conservas ou de tintas”. O edil famalicense, Paulo Cunha, abriu a sessão realçando “o papel facilitador que uma autarquia tem de assumir junto do tecido empresarial para o ajudar a crescer”. Seguiu-se a intervenção do arquiteto José António Ferreira Lopes, que destacou a “larga experiência da Adquadratum seminário Arquitectos em projeto de edifícios industriais de grande complexidade e nível de solicitações/comportamento interno, como são os do ramo alimentar, em evidência neste seminário”. No encontro foram ainda apresentadas “três importantes intervenções deste gabinete de arquitetura realizadas no Grupo Cerealis”, referindo-se “aos escritórios Cerealis SGPS, Maia, em 2002”, aos “escritórios Nacional, em Lisboa, em 2003” e “a ampliação da Fábrica Nacional, na Trofa, em 2009”. No decorrer do seminário foi igualmente apresentado um vídeo com “alguns dos projetos industriais realizados pelo gabinete adquadratum para o grupo Cerealis”.

A 2º edição de “A Casa Ideal”, no Lago Discount, decorre até domingo, 30 de março. A iniciativa conta com mais de 40 expositores dedicados às últimas novidades da arquitetura, reabilitação e decoração de interiores. Depois de ter sido palco de debates sobre arquitetura, reabilitação urbana, construção sustentável e decoração, para o último fim de semana da iniciativa estão reservadas sessões sobre construção sustentável. O desempenho energético dos edifícios, o peso das energias renováveis e o aproveitamento dos recursos naturais por via da arquitetura passiva serão os temas discutidos nos debates marcados para as 15.30 horas de sábado e domingo.

AEBA online
26 de março de 2014

SEMINÁRIO "INDÚSTRIA DA ARQUITECTURA"

 

A adquadratum arquitectos promoveu o encontro que contou com a presença do Presidente da Câmara Municipal de Famalicão, Paulo Cunha, e do Administrador Executivo da Cerealis, Rui Amorim de Sousa. E onde marcaram presença importantes individualidades como o presidente da AEBA (Associação Empresarial do Baixo Ave), Manuel Pontes, e muitos industriais de Vila Nova de Famalicão e Trofa.

A adquadratum arquitectos promoveu um seminário sobre ‘Indústria da Arquitectura’. Um encontro realizado no âmbito da Feira ‘A Casa Ideal’ que decorreu hoje e continua nos dias 23, 29 e 30 de março no Lago Discount (Rua do Xisto, 4760-727 Ribeirão – V. N. Famalicão). Este seminário pretendeu abordar a temática da especialização que é necessária para a construção de uma qualquer unidade industrial, seja de massas alimentícias, de conservas ou de tintas. O Presidente da Câmara Municipal de Famalicão, Paulo Cunha, abriu a sessão realçando o papel facilitador que uma Autarquia tem que assumir junto do tecido empresarial para o ajudar a crescer.

Seguiu-se a intervenção do arquiteto José António Ferreira Lopes que destacou a larga experiência da adquadratum arquitectos em projeto de edifícios industriais de grande complexidade e nível de solicitações/comportamento interno, como o são os do ramo alimentar, em evidência neste seminário.

O arquiteto José António Lopes criou a adquadratum arquitectos em 1999. Esta sociedade, constituída com a arquiteta Cristina Magalhaes, consolida uma sólida formação de todos os seus colaboradores, com uma vasta e diversa prática profissional regulada, em todos os projetos e obras, por uma postura distinta e orientada para a qualidade. Com referência direta à tradição da “Escola do Porto”, encaram o exercício da arquitetura enquanto disciplina condicionada por valores, onde a arte e a técnica do projetar/edificar estão ao serviço do homem e do ambiente, assentando numa prática de rigor, na qualificação e organização do espaço, na abrangência de diversas escalas de trabalho, desde o ordenamento do território ao planeamento de pormenor, do edifício ao design de mobiliário e de objetos.

No encontro foram apresentadas três importantes intervenções deste gabinete de arquitetura realizadas no Grupo Cerealis. A primeira intervenção apresentada foi a Ampliação Fábrica Nacional, Trofa, 2009. Consistiu na ampliação de complexo industrial, dotando-o de novas áreas de produção, embalamento e de armazenagem, novas áreas sanitárias e sociais, beneficiação de serviços administrativos e parque de estacionamento. Seguiram-se os Escritórios Cerealis SGPS, Maia, 2002. Uma reabilitação de antiga fábrica para sede social do grupo empresarial. A organização do edifício reinterpreta a antiga estrutura fabril, acolhendo o complexo de escritórios, destinados à administração e restantes departamentos funcionais. Contempla ainda um museu, salão nobre para atos representativos e auditório. O programa desenvolveu-se em torno de um átrio de triplo pé-direito, onde se localizavam os antigos silos de cereal. Um percurso ascendente, periférico ao grande vão central, acentua o carácter representativo e institucional que este edifício assume. O edifício está dotado de extensa superfície de estacionamento privado e amplas zonas ajardinadas, considerando a naturalização de um troço do adjacente Rio Leça. E por fim os Escritórios Nacional, Lisboa, 2003, que se tratou da adaptação de antiga semolaria industrial, projetada pelo arquiteto Pardal Monteiro, a edifício de escritórios, acolhendo os diversos serviços administrativos, salas de reuniões e refeitório. Reabilitação de fachadas, considerando recuperação de betões e rebocos, limpeza, pintura e reconfiguração dos espaços interiores (mantendo as suas características essencialmente amplas) adaptados agora às novas solicitações. No decorrer do seminário foi igualmente apresentado um vídeo com alguns dos projetos industriais realizados pelo gabinete adquadratum para o grupo Cerealis.

O encerramento, contou com o testemunho do Administrador Executivo da Cerealis, Rui Amorim de Sousa.

 

Diário do Minho
24 de março de 2014

FAMALICÃO DEBATEU INDÚSTRIA DA ARQUITETURA

 

A “adquadratum arquitectos” promoveu este sábado um encontro sobre a “Indústria da Arquitetura” que contou com a presença do presidente da Câmara de Famalicão, Paulo Cunha, e do administrador executivo da Cerealis, Rui Amorim de Sousa.

O encontro foi realizado no âmbito da feira “A Casa Ideal” que prossegue nos dias 29 e 30 de março no Lago Discount. Este seminário pretendeu abordar a temática da especialização que é necessária para a construção de uma qualquer unidade industrial, seja de massas alimentícias, de conservas ou tintas.

O presidente da Câmara de Famalicão, abriu a sessão realçando o papel facilitador que uma autarquia tem que assumir junto do tecido empresarial para o ajudar a crescer. Seguiu-se a intervenção do arquiteto José António Ferreira Lopes que destacou a larga experiência da “adquadratum arquitectos” em projetos industriais de grande complexidade e nível de solicitações/comportamento interno, como o são as do ramo alimentar, em evidência neste seminário. No encontro foram apresentadas três intervenções deste gabinete de arquitetura realizadas no grupo Cerealis.

Santo Tirso Digital
23 de março de 2014

SEMINÁRIO "INDÚSTRIA DA ARQUITECTURA"

 

A adquadratum arquitectos promoveu o encontro que contou com a presença do Presidente da Câmara Municipal de Famalicão, Paulo Cunha, e do Administrador Executivo da Cerealis, Rui Amorim de Sousa. E onde marcaram presença importantes individualidades como o presidente da AEBA (Associação Empresarial do Baixo Ave), Manuel Pontes, e muitos industriais de Vila Nova de Famalicão e Trofa.

A adquadratum arquitetos promoveu um seminário sobre ‘Indústria da Arquitectura’. Um encontro realizado no âmbito da Feira ‘A Casa Ideal’ que decorreu hoje e continua nos dias 23, 29 e 30 de março no Lago Discount (Rua do Xisto, 4760-727 Ribeirão – V. N. Famalicão). Este seminário pretendeu abordar a temática da especialização que é necessária para a construção de uma qualquer unidade industrial, seja de massas alimentícias, de conservas ou de tintas.

O Presidente da Câmara Municipal de Famalicão, Paulo Cunha, abriu a sessão realçando o papel facilitador que uma Autarquia tem que assumir junto do tecido empresarial para o ajudar a crescer. Seguiu-se a intervenção do arquitecto José António Ferreira Lopes que destacou a larga experiência da adquadratum arquitectos em projecto de edifícios industriais de grande complexidade e nível de solicitações/comportamento interno, como o são os do ramo alimentar, em evidência neste seminário. O arquitecto José António Lopes criou a adquadratum arquitectos em 1999. Esta sociedade, constituída com a arquitecta Cristina Magalhães, consolida uma sólida formação de todos os seus colaboradores, com uma vasta e diversa prática profissional regulada, em todos os projectos e obras, por uma postura distinta e orientada para a qualidade. Com referência directa à tradição da “Escola do Porto”, encaram o exercício da arquitectura enquanto disciplina condicionada por valores, onde a arte e a técnica do projectar/edificar estão ao serviço do homem e do ambiente, assentando numa prática de rigor, na qualificação e organização do espaço, na abrangência de diversas escalas de trabalho, desde o ordenamento do território ao planeamento de pormenor, do edifício ao design de mobiliário e de objectos.

No encontro foram apresentadas três importantes intervenções deste gabinete de arquitetura realizadas no Grupo Cerealis. A primeira intervenção apresentada foi a Ampliação Fábrica Nacional, Trofa, 2009. Consistiu na ampliação de complexo industrial, dotando-o de novas áreas de produção, embalamento e de armazenagem, novas áreas sanitárias e sociais, beneficiação de serviços administrativos e parque de estacionamento. Seguiram-se os Escritórios Cerealis SGPS, Maia, 2002. Uma reabilitação de antiga fábrica para sede social do grupo empresarial. A organização do edifício reinterpreta a antiga estrutura fabril, acolhendo o complexo de escritórios, destinados à administração e restantes departamentos funcionais. Contempla ainda um museu, salão nobre para actos representativos e auditório. O programa desenvolveu-se em torno de um átrio de triplo pé-direito, onde se localizavam os antigos silos de cereal. Um percurso ascendente, periférico ao grande vão central, acentua o carácter representativo e institucional que este edifício assume. O edifício está dotado de extensa superfície de estacionamento privado e amplas zonas ajardinadas, considerando a naturalização de um troço do adjacente Rio Leça. E por fim os Escritórios Nacional, Lisboa, 2003, que se tratou da adaptação de antiga semolaria industrial, projectada pelo arquitecto Pardal Monteiro, a edifício de escritórios, acolhendo os diversos serviços administrativos, salas de reuniões e refeitório. Reabilitação de fachadas, considerando recuperação de betões e rebocos, limpeza, pintura e reconfiguração dos espaços interiores (mantendo as suas características essencialmente amplas) adaptados agora às novas solicitações. No decorrer do seminário foi igualmente apresentado um vídeo com alguns dos projetos industriais realizados pelo gabinete adquadratum para o grupo Cerealis.

O encerramento, contou com o testemunho do Administrador Executivo da Cerealis, Rui Amorim de Sousa.

Jornal de Santo Thyrso
21 de março de 2014

“INDÚSTRIA DA ARQUITETURA" EM SEMINÁRIO

 

A “Adquadratum Arquitetos” promove o encontro, que contará com a presença do presidente da Câmara Municipal de Famalicão, Paulo Cunha, e do Administrador Executivo da Cerealis, Rui Amorim de Sousa. Amanhã, dia 22 de Março, pelas 15h, a “Adquadratum Arquitetos” promove um seminário sobre “Indústria da Arquitetura”. Um encontro realizado no âmbito da Feira “A Casa Ideal”, que decorre nos dias 22, 23, 29 e 30 deste mês, no Lago Discount (Rua do Xisto, 460-727 Ribeirão – V. N. de Famalicão). Este seminário pretende abordar a temática da especialização que é necessária para a construção de uma qualquer unidade industrial, seja de massas alimentícias, de conservas ou de tintas. A abertura do seminário será efetuada pelo presidente da Câmara de Famalicão, seguindo-se pelas 15.30h, a intervenção do arquiteto José António Ferreira Lopes. Às 16.30h, será apresentado um vídeo com projetos industriais realizados pelo gabinete “adquadratum” para o grupo Cerealis. O encerramento contará com o testemunho do administrador executivo da Cerealis.

Blog Povo Famalicense
21 de março de 2014

"INDÚSTRIA DA ARQUITECTURA" EM SEMINÁRIO

 

adquadratum arquitectos promove o encontro que contará com a presença do Presidente da Câmara Municipal de Famalicão, Paulo Cunha, e do Administrador Executivo da Cerealis, Rui Amorim de Sousa. No próximo dia 22 de março, pelas 15h00, a adquadratum arquitectos promove um seminário sobre ‘Indústria da Arquitectura’. Um encontro realizado no âmbito da Feira ‘A Casa Ideal’ que decorre nos dias 22, 23, 29 e 30 de março no Lago Discount (Rua do Xisto, 4760-727 Ribeirão – V. N. Famalicão). Este seminário pretende abordar a temática da especialização que é necessária para a construção de uma qualquer unidade industrial, seja de massas alimentícias, de conservas ou de tintas. A abertura do seminário, prevista para as 15h00,  será efetuada pelo Presidente da Câmara Municipal de Famalicão, Paulo Cunha, seguindo-se, pelas 15h30, a intervenção do Arquiteto José António Ferreira Lopes. Às 16h30 será apresentado um vídeo com projetos industriais realizados pelo gabinete adquadratum para o grupo Cerealis. O encerramento, previsto para as 16h50, contará com o testemunho do Administrador Executivo da Cerealis, Rui Amorim de Sousa.

Directobras
20 de março de 2014

PROJECTOS INDUSTRIAIS EM DEBATE

 

O gabinete de arquitectura Adquadratum vai promover, no dia 22 de Março, o seminário dedicado ao tema “Indústria da Arquitectura”. Este evento integrado no âmbito da feira “A Casa Ideal - Outdoor” decorrerá no Lago Discount, em Famalicão. Trata-se de uma feira aberta ao público, com entrada gratuita, na qual o visitante poderá encontrar desde soluções “chave na mão” a novas técnicas e produtos.

Este seminário pretende abordar a temática da especialização que é necessária para a construção de uma qualquer unidade industrial, seja de massas alimentícias, de conservas ou de tintas. A abertura do seminário contará com a participação dopresidente da câmara municipal de Famalicão, Paulo Cunha, seguindo-se, pela intervenção do arquiteto José António Ferreira Lopes. Será apresentado um vídeo com os projetos industriais realizados pelo gabinete Adquadratum para o grupo Cerealis. Encontra-se ainda prevista a intervenção, no encerramento do seminário, do administrador executivo da Cerealis, Rui Amorim de Sousa. A “Casa Ideal-Outdoor” é um evento inteiramente direcionado à reabilitação exterior da habitação e espaços envolventes, onde se concentram as últimas tendências do sector.

Com uma área total de cinco mil metros quadrados, estarão presentes em exposição mais de 40 empresas do sector casa e jardim com atividades nas áreas de arquitetura e reabilitação, assim como reabilitação de jardins, piscinas, pavimentos, mobiliário, iluminação, vigilância, caixilharias e coberturas. A feira é um espaço de negócio, localizado no coração de uma importante área industrial e habitacional (Rua do Xisto, Ribeirão). De realçar que a grande maioria das empresas presentes são da região Minho, sendo esta uma forma de reforçar e dar a conhecer o que de melhor se faz na indústria do país, em especial, nesta região.

Diário do Minho
18 de março de 2014

SEMINÁRIO EM FAMALICÃO ANALISA "INDÚSTRIA DA ARQUITECTURA"

 

A adquadratum arquitectos promove no próximo dia 22 de março, pelas 15h00, um seminário intitulado “Indústria da Arquitetura”. O encontro no âmbito da Feira “A Casa Ideal” que decorre nos dias 22, 23, 29 e 30 de março no Lago Discount, em Ribeirão. A abertura do seminário, prevista para as 15h00, conta com a presença do Presidente da Câmara Municipal de Famalicão, Paulo Cunha, seguindo-se, pelas 15h30, a intervenção do Arquiteto José António Ferreira Lopes. Às 16h30 é apresentado um vídeo com projetos industriais realizados pelo gabinete adquadratum para o grupo Cerealis. O encerramento, previsto para as 16h50, contará com o testemunho do Administrador Executivo da Cerealis, Rui Amorim de Sousa.

Santo Tirso Digital
17 de março de 2014

“INDÚSTRIA DA ARQUITETURA” EM SEMINÁRIO

 

Adquadratum arquitetos promovem o encontro que contará com a presença do Presidente da Câmara Municipal de Famalicão, Paulo Cunha, e do Administrador Executivo da Cerealis, Rui Amorim de Sousa. No próximo dia 22 de março, pelas 15h00, a adquadratum arquitectos promove um seminário sobre ‘Indústria da Arquitectura’. Um encontro realizado no âmbito da Feira ‘A Casa Ideal’ que decorre nos dias 22, 23, 29 e 30 de março no Lago Discount (Rua do Xisto, 4760-727 Ribeirão – V. N. Famalicão). Este seminário pretende abordar a temática da especialização que é necessária para a construção de uma qualquer unidade industrial, seja de massas alimentícias, de conservas ou de tintas. A abertura do seminário, prevista para as 15h00,  será efetuada pelo Presidente da Câmara Municipal de Famalicão, Paulo Cunha, seguindo-se, pelas 15h30, a intervenção do Arquiteto José António Ferreira Lopes. Às 16h30 será apresentado um vídeo com projetos industriais realizados pelo gabinete adquadratum para o grupo Cerealis. O encerramento, previsto para as 16h50, contará com o testemunho do Administrador Executivo da Cerealis, Rui Amorim de Sousa.

Oje
12 de junho de 2013

ESTE PAÍS NÃO É PARA… TODOS!

 

José António Ferreira Lopes

Arquitecto e gerente do gabinete de arquitectura ad quadratum arquitectos

 

Na forma como se pensam e se gerem as nossas cidades, deve ser preocupação presente e crescente o modo como são asseguradas a todos os cidadãos as mesmas oportunidades de acesso, participação ou usufruto do conjunto dos seus espaços, bens e serviços. Ora se para a interacção do individuo com o meio (leia-se do cidadão com a cidade) contribuem determinantemente as suas capacidades pessoais, únicas e diferenciadoras (físicas, sensoriais e cognitivas) e que estas são dinâmicas e variáveis, dependendo da idade, do sexo ou da condição de saúde, deve naturalmente responsabilizar-se o meio urbano, não descurando as suas características e atributos dos espaços, edifícios e serviços que o compõem.

Se genericamente se aceita que os diversos ambientes construídos se apresentem com condições mais adversas ou mais favoráveis ao seu usufruto, assume-se com relutância que as nossas cidades o fazem de forma muito desigual e discriminadora. No que respeita à forma como as cidades se organizam e desenvolvem, encontramos razões de fundo na constituição dos solos ou no relevo, mas para o cidadão, seja enquanto peão, ciclista, automobilista ou utilizador de transportes públicos, essa desigualdade é patente no modo como se encontram concebidos e construídos os espaços públicos (arruamentos, praças, parques e jardins) e o modo como a eles acedemos, como aos edifícios, aos sistemas de transporte, de orientação ou informação ou outros serviços urbanos.

O ideal e a ambição de melhorar o acesso de “todos a tudo” fazem com que os governos de muitas das nossas cidades tenham vindo a empreender acções de adaptação e de qualificação do desempenho urbano, oferecendo uma melhor qualidade de vida, conseguindo ainda uma maior sustentabilidade do sistema urbano, bem como a potenciação dos seus factores distintivos de atractividade e de competitividade. É debaixo dos princípios técnicos do que se designa por “Design Inclusivo”, “Universal” ou “para Todos”, e na abrangência destes propósitos e conceitos, que persegue a “Cidade Acessível”, lugar privilegiado da aproximação ao exercício do direito à acessibilidade e, através dele, à plena cidadania.

Existe ainda um número demasiado elevado, e diga-se assustadoramente crescente, de cidadãos para quem o meio urbano construído, produtos e serviços prestados pela cidade, apresentam um elevado grau de inadequação às suas necessidades, sejam permanentes ou temporárias. Das crianças aos idosos, dos acidentados aos portadores de doenças debilitantes, para quem transporta bagagem ou um carrinho de bebé, para todos, enquanto condicionados na sua mobilidade, o meio construído apresenta dificuldades à interacção, sejam ao nível da acessibilidade física, da orientação ou do acesso à informação. Se estas condições causam frequentemente uma redução das capacidades físicas e sensoriais do indivíduo, os processos de envelhecimento que todos experimentamos vêm, nos contextos actuais, a limitar e condicionar o usufruto das funções e actividades urbanas.

A estatística não engana. Se os europeus contam hoje com a maior esperança de vida à nascença e se Portugal chegará a 2050 com quase 40 por cento da população acima dos 60 anos e quase 30 por cento com mais de 80 anos (dados das Nações Unidas), não podem mais os responsáveis pelos processos de reabilitação do edificado ou de requalificação urbana descurar estas realidades. Um edifício, um espaço, um equipamento público, um produto ou um serviço dito “inclusivo” ou “para Todos”, garante necessariamente um leque maior de utilizadores, maior frequência e comodidade das interacções e, numa lógica mais radicalmente económica, um alargamento do mercado alvo, das margens de lucro e da reputação ou imagem pública do produto, serviço, instituição ou da cidade no seu todo. Assim os custos ditos “acrescidos” da implementação de soluções “inclusivas” traduzem-se em retorno previsível, mais ainda porque a sua publicitação está assegurada por um conjunto de instituições que a este “cadastro” se dedicam e se constituem como observatórios e divulgadores de boas práticas. Ao invés, e por força da publicidade indesejada ou da concorrência de um mercado atento a estas questões, perdem todos os que não forem sensíveis a estas necessidades e obrigações que, para além de direitos constitucionais, são deveres já consagrados na Lei Portuguesa.

O quase desinteresse das sociedades e do poder político no que respeita a estas questões é já histórico. De há muito que quem se encontra em situação de limitação ou incapacidade, seja por razões congénitas ou adquiridas, se vê (e quantas vezes, se resigna como fatal) ostracizado ou marginalizado da vida da respectiva comunidade, sempre sob a condescendência e a caridade dos demais ou debaixo de uma preocupação politicamente correcta. Não se pode tratar apenas de melhorar leis, normas ou regulamentos. É preciso que se opere um verdadeira mudança cultural na forma como são entendidas e reivindicadas as questões da acessibilidade, colocando-as como tema central da equidade e democracia. Se a título de exemplo se analisar a implementação do que foi designado por Plano Nacional de Promoção da Acessibilidade, não só se pode verificar que as medidas preconizadas não têm sido integralmente observadas, como é o Estado o seu primeiro incumpridor seja por omissão, seja por demissão.

E se para muitos este é um paradigma novo ao nível dos conceitos fundamentais, impõe-se que estes encontrem a devida tradução prática, no dia-a-dia das Autarquias e do Governo. Não é aceitável que na sociedade civil perdure um tão continuado e generalizado alheamento da defesa do espaço público, verdadeiramente inclusivo, enquanto coisa pública e, por isso, de facto de Todos, sem excepção.

Desenganemo-nos, lendo Lewis Mumford “(…) Handicap é as pessoas pensarem que em democracia os governos são diferentes de quem os elegeu (…)”

Oje Online
12 de junho de 2013

ESTE PAÍS NÃO É PARA… TODOS!

 

Por José António Ferreira Lopes*

 

Na forma como se pensam e se gerem as nossas cidades, deve ser preocupação presente e crescente o modo como são asseguradas a todos os cidadãos as mesmas oportunidades de acesso, participação ou usufruto do conjunto dos seus espaços, bens e serviços.

Se genericamente se aceita que os diversos ambientes construídos se apresentem com condições mais adversas ou mais favoráveis ao seu usufruto, assume-se com relutância que as nossas cidades o fazem de forma muito desigual e discriminadora. O ideal e a ambição de melhorar o acesso de "todos a tudo" fazem com que os governos de muitas das nossas cidades tenham vindo a empreender ações de adaptação e de qualificação do desempenho urbano, oferecendo uma melhor qualidade de vida. É debaixo dos princípios técnicos do que se designa por "design inclusivo", "universal" ou "para todos", e na abrangência destes propósitos e conceitos, que persegue a "cidade acessível", lugar privilegiado da aproximação ao exercício do direito à acessibilidade e, através dele, à plena cidadania.

Existe um número demasiado elevado, e assustadoramente crescente, de cidadãos para quem o meio urbano construído, produtos e serviços prestados pela cidade, apresentam um elevado grau de inadequação às suas necessidades, sejam permanentes ou temporárias. Das crianças aos idosos, dos acidentados aos portadores de doenças debilitantes, para quem transporta bagagem ou um carrinho de bebé, para todos, enquanto condicionados na sua mobilidade, o meio construído apresenta dificuldades à interação, sejam ao nível da acessibilidade física, da orientação ou do acesso à informação. Se estas condições causam frequentemente uma redução das capacidades físicas e sensoriais do indivíduo, os processos de envelhecimento que todos experimentamos vêm, nos contextos atuais, limitar e condicionar o usufruto das funções e atividades urbanas.

A estatística não engana. Se os europeus contam hoje com a maior esperança de vida à nascença e se Portugal chegará a 2050 com quase 40 por cento da população acima dos 60 anos e quase 30 por cento com mais de 80 anos (dados das Nações Unidas), não podem mais os responsáveis pelos processos de reabilitação do edificado ou de requalificação urbana descurar estas realidades. Um edifício, um espaço, um equipamento público, um produto ou um serviço dito "inclusivo" ou "para todos", garante necessariamente um leque maior de utilizadores, maior frequência e comodidade das interações e, numa lógica mais radicalmente económica, um alargamento do mercado alvo, das margens de lucro e da reputação ou imagem pública do produto, serviço, instituição ou da cidade no seu todo.

O quase desinteresse das sociedades e do poder político no que respeita a estas questões é já histórico. Não se pode tratar apenas de melhorar leis, normas ou regulamentos. É preciso que se opere um verdadeira mudança cultural na forma como são entendidas e reivindicadas as questões da acessibilidade, colocando-as como tema central da equidade e democracia. E se para muitos este é um paradigma novo ao nível dos conceitos fundamentais, impõe-se que estes encontrem a devida tradução prática, no dia a dia das autarquias e do Governo. Não é aceitável que na sociedade civil perdure um tão continuado e generalizado alheamento da defesa do espaço público, verdadeiramente inclusivo, enquanto coisa pública e, por isso, de facto de todos, sem exceção.

Desenganemo-nos, lendo Lewis Mumford "(...) handicap é as pessoas pensarem que em democracia os Governos são diferentes de quem os elegeu (...)".  

 

*Arquiteto e gerente do gabinete de arquitetura ad quadratum arquitectos 

Público
24 de maio de 2013

ESTE PAÍS NÃO É PARA… TODOS!

 

Debate. Acessibilidades.

José António Ferreira Lopes,

arquitecto e gerente do gabinete de arquitectura ad quadratum arquitectos

 

Na forma como se pensam e se gerem as nossas cidades, deve ser preocupação presente e crescente o modo como são asseguradas a todos os cidadãos as mesmas oportunidades de acesso, participação ou usufruto do conjunto dos seus espaços, bens e serviços. Ora se para a interacção do individuo com o meio (leia-se do cidadão com a cidade) contribuem determinantemente as suas capacidades pessoais, únicas e diferenciadoras (físicas, sensoriais e cognitivas) e que estas são dinâmicas e variáveis, dependendo da idade, do sexo ou da condição de saúde, deve naturalmente responsabilizar-se o meio urbano, não descurando as suas características e atributos dos espaços, edifícios e serviços que o compõem.

Se genericamente se aceita que os diversos ambientes construídos se apresentem com condições mais adversas ou mais favoráveis ao seu usufruto, assume-se com relutância que as nossas cidades o fazem de forma muito desigual e discriminadora. No que respeita à forma como as cidades se organizam e desenvolvem, encontramos razões de fundo na constituição dos solos ou no relevo, mas para o cidadão, seja enquanto peão, ciclista, automobilista ou utilizador de transportes públicos, essa desigualdade é patente no modo como se encontram concebidos e construídos os espaços públicos (arruamentos, praças, parques e jardins) e o modo como a eles acedemos, como aos edifícios, aos sistemas de transporte, de orientação ou informação ou outros serviços urbanos.

O ideal e a ambição de melhorar o acesso de “todos a tudo” fazem com que os governos de muitas das nossas cidades tenham vindo a empreender acções de adaptação e de qualificação do desempenho urbano, oferecendo uma melhor qualidade de vida, conseguindo ainda uma maior sustentabilidade do sistema urbano, bem como a potenciação dos seus factores distintivos de atractividade e de competitividade. É debaixo dos princípios técnicos do que se designa por “Design Inclusivo”, “Universal” ou “para Todos”, e na abrangência destes propósitos e conceitos, que persegue a “Cidade Acessível”, lugar privilegiado da aproximação ao exercício do direito à acessibilidade e, através dele, à plena cidadania.

Existe ainda um número demasiado elevado, e diga-se assustadoramente crescente, de cidadãos para quem o meio urbano construído, produtos e serviços prestados pela cidade, apresentam um elevado grau de inadequação às suas necessidades, sejam permanentes ou temporárias. Das crianças aos idosos, dos acidentados aos portadores de doenças debilitantes, para quem transporta bagagem ou um carrinho de bebé, para todos, enquanto condicionados na sua mobilidade, o meio construído apresenta dificuldades à interacção, sejam ao nível da acessibilidade física, da orientação ou do acesso à informação. Se estas condições causam frequentemente uma redução das capacidades físicas e sensoriais do indivíduo, os processos de envelhecimento que todos experimentamos vêm, nos contextos actuais, a limitar e condicionar o usufruto das funções e actividades urbanas.

A estatística não engana. Se os europeus contam hoje com a maior esperança de vida à nascença e se Portugal chegará a 2050 com quase 40 por cento da população acima dos 60 anos e quase 30 por cento com mais de 80 anos (dados das Nações Unidas), não podem mais os responsáveis pelos processos de reabilitação do edificado ou de requalificação urbana descurar estas realidades. Um edifício, um espaço, um equipamento público, um produto ou um serviço dito “inclusivo” ou “para Todos”, garante necessariamente um leque maior de utilizadores, maior frequência e comodidade das interacções e, numa lógica mais radicalmente económica, um alargamento do mercado alvo, das margens de lucro e da reputação ou imagem pública do produto, serviço, instituição ou da cidade no seu todo. Assim os custos ditos “acrescidos” da implementação de soluções “inclusivas” traduzem-se em retorno previsível, mais ainda porque a sua publicitação está assegurada por um conjunto de instituições que a este “cadastro” se dedicam e se constituem como observatórios e divulgadores de boas práticas. Ao invés, e por força da publicidade indesejada ou da concorrência de um mercado atento a estas questões, perdem todos os que não forem sensíveis a estas necessidades e obrigações que, para além de direitos constitucionais, são deveres já consagrados na Lei Portuguesa.

O quase desinteresse das sociedades e do poder político no que respeita a estas questões é já histórico. De há muito que quem se encontra em situação de limitação ou incapacidade, seja por razões congénitas ou adquiridas, se vê (e quantas vezes, se resigna como fatal) ostracizado ou marginalizado da vida da respectiva comunidade, sempre sob a condescendência e a caridade dos demais ou debaixo de uma preocupação politicamente correcta. Não se pode tratar apenas de melhorar leis, normas ou regulamentos. É preciso que se opere um verdadeira mudança cultural na forma como são entendidas e reivindicadas as questões da acessibilidade, colocando-as como tema central da equidade e democracia. Se a título de exemplo se analisar a implementação do que foi designado por Plano Nacional de Promoção da Acessibilidade, não só se pode verificar que as medidas preconizadas não têm sido integralmente observadas, como é o Estado o seu primeiro incumpridor seja por omissão, seja por demissão.

E se para muitos este é um paradigma novo ao nível dos conceitos fundamentais, impõe-se que estes encontrem a devida tradução prática, no dia-a-dia das Autarquias e do Governo. Não é aceitável que na sociedade civil perdure um tão continuado e generalizado alheamento da defesa do espaço público, verdadeiramente inclusivo, enquanto coisa pública e, por isso, de facto de Todos, sem excepção.

Desenganemo-nos, lendo Lewis Mumford “(…) Handicap é as pessoas pensarem que em democracia os governos são diferentes de quem os elegeu (…)”

 

Público Online
24 de maio de 2013

ESTE PAÍS NÃO É PARA… TODOS!

 

Na forma como se pensam e se gerem as nossas cidades, deve ser preocupação presente e crescente o modo como são asseguradas a todos os cidadãos as mesmas oportunidades de acesso, participação ou usufruto do conjunto dos seus espaços, bens e serviços. Ora se para a interacção do indivíduo com o meio (leia-se do cidadão com a cidade) contribuem determinantemente as suas capacidades pessoais, únicas e diferenciadoras (físicas, sensoriais e cognitivas) e que estas são dinâmicas e variáveis, dependendo da idade, do sexo ou da condição de saúde, deve naturalmente responsabilizar-se o meio urbano, não descurando as suas características e atributos dos espaços, edifícios e serviços que o compõem.

Pontos de Vista Online
3 de maio de 2013

ARQUITECTURA PORTUGUESA MARCA PRESENÇA EM FEIRA INTERNACIONAL EM MADAGÁSCAR

 

A Feira Internacional de Madagáscar decorrerá de 23 a 26 de Maio e terá a marca da arquitectura nacional. O Stand IMPORTTANA foi concebido pela ad quadratum arquitectos. Trata-se de um espaço expositivo conjunto de quatro grupos empresariais portugueses: a Cerealis, a Sumol-Compal, a Imperial e a Vieira de Castro. Estas marcas nacionais uniram-se e lançaram uma consulta para a criação de um stand conjunto. Das várias propostas analisadas, a que ganhou por unanimidade foi o gabinete de arquitectura ad quadratum.

«A organização espacial do stand salvaguarda a equidade da representação de cada conjunto de empresas, debaixo da insígnia do representante local». Para além da solução sóbria e de suporte à exposição dos produtos e valorização das diversas marcas, o stand assegura ainda a organização de um espaço de degustação orientado para a promoção dos produtos, marcas e referências. Dispõe ainda de uma área de pequenas reuniões informais e uma pequena arrecadação equipada com armazenagem de secos, de frio, de materiais comerciais e de promoção. De estrutura modular simples e recurso extensivo a materiais comuns e facilmente adaptáveis, todo o conjunto teve ainda como condição à concepção, a promoção da imagem externa de Portugal, fazendo-se com as telas suspensas uma alusão literal às velas náuticas e às cores da bandeira nacional. (…)

Vida Imobiliária Online
3 de maio de 2013

AD QUADRATUM ARQUITECTOS LEVA A SUA MARCA A MADAGÁSCAR

 

A arquitetura portuguesa vai marcar presença na Feira Internacional de Madagáscar, através do trabalho da ad quadratum arquitetos. O ateliê é o responsável pela conceção e design do stand Importtana, um espaço expositivo conjunto para quatro grupos empresariais nacionais: a Cerealis, a Sumol-Compal, a Imperial e a Vieira de Castro. Em nota enviada à imprensa, o ateliê explica que “a organização espacial do stand salvaguarda a equidade da representação de cada conjunto de empresas, debaixo da insígnia do representante local”. Para além da solução sóbria e de suporte à exposição dos produtos e valorização das diversas marcas, o stand assegura ainda a organização de um espaço de degustação orientado para a promoção dos produtos, marcas e referências. Dispõe ainda de uma área de pequenas reuniões informais e uma pequena arrecadação equipada com armazenagem de secos, de frio, de materiais comerciais e de promoção. De estrutura modular simples e recorrendo a materiais comuns e facilmente adaptáveis, todo o conjunto teve ainda como condição à conceção, a promoção da imagem externa de Portugal, fazendo-se com as telas suspensas uma alusão literal às velas náuticas e às cores da bandeira nacional. A ad quadratum arquitetos foi constituída em 1999 pelos arquitetos José António Lopes e Cristina Magalhães.

RTP Informação (Programa Especial Saúde)
23 de janeiro de 2013

MAIS ACESSIBILIDADE PARA CIDADÃOS COM MOBILIDADE CONDICIONADA

 

Intervenção de Salvador Mendes de Almeida, fundador e presidente da Associação Salvador, de José António Ferreira Lopes, Gerente da ad quadratum arquitectos e de Eduardo Rodrigues, jurista e arquitecto.

 

Emissão disponível aqui.

 

Expresso
19 de janeiro de 2013

MELHORAR ACESSIBILIDADES PODE SER UM BOM NEGÓCIO

 

Obras de adaptação em edifícios de uso público e de habitação
— obrigatórias por lei até 2016 — precisam de incentivos fiscais

 

A reabilitação urbana, cada vez mais chamada a dar novo alento ao sector da construção, pode ser uma boa oportunidade para tornar as cidades mais acessíveis aos cidadãos com mobilidade condicionada e, ao mesmo tempo, atrair o designado Turismo Acessível, defende Salvador Mendes de Almeida, líder da Associação Salvador que luta por uma sociedade mais inclusiva. “Existem 80 milhões de pessoas com deficiência na União Europeia e há estudos que confirmam o grande potencial turístico que esta franja representa, até porque quem tem mobilidade condicionada viaja sempre acompanhado de familiares e amigos com quem vai a restaurantes, aos cinemas, aos museus”, refere Salvador Mendes de Almeida. Um incentivo que se aplica, naturalmente, aos portugueses com menor capacidade de deslocação (3.5 milhões, entre idosos, deficientes, crianças até aos 5 anos ou simplesmente utilizadores de carrinhos de bebé) e que “cada vez mais querem sair em vez de ficarem isolados em casa”, acrescenta. O dirigente associativo condecorado por Cavaco Silva com a Ordem de Mérito denuncia que “ nos últimos anos se tem sentido uma grande inércia à mudança”, algo que é fundamental alterar.  Precisamente para tentar inverter esta tendência, a Associação Salvador acolheu, recentemente, uma ideia da ad quadratum arquitectos. Este gabinete, de Famalicão, propõe-se elaborar sem custos um estudo prévio/diagnóstico de acessibilidades para espaços visitados pela associação, no âmbito do seu Guia Portugal Acessível – um site com informação sobre as condições de acesso em mais de 3000 estabelecimentos e espaços (restaurantes, praias, teatros, museus, unidades de saúde, entre outros) de todo o país. “A mobilidade condicionada é incontornável em alguma fase da vida de todos nós e deveria ser uma preocupação de toda a sociedade”, sustenta José António Lopes, da ad quadratum. Este arquitecto também considera que a melhoria das acessibilidades pode ter um novo impulso, à boleia da reabilitação urbana. Mas duvida que tal aconteça sem o apoio do Estado. “Se não for com financiamento, poderá ser de forma indirecta através de reduções de IMI ou do IVA nos equipamentos a instalar, plataformas, cadeiras de ascensão e elevadores”, preconiza.  “Seria especialmente interessante para as micro e pequenas empresas, já que estas intervenções, muitas vezes, requerem pouco investimento”, argumenta José António Lopes, a título de exemplo, “é possível instalar num prédio pombalino uma plataforma elevatória simples, que não custa mais do que €10mil”. Outra ajuda seria flexibilizar o decreto-lei de 2006 que regula e obriga a obras de adaptação em edifícios de uso público e de habitação até 2016, para construções anteriores a agosto de 1997 (data do primeiro diploma nesta área). “Os prédios antigos, ou se conseguem adaptar de formas mais versáteis ou então, se ficarem pelos modelos previstos na lei, que são muito rígidos, poderemos ter aqui conflitos”, alerta José António Lopes, lamentando que o Estado legislador seja “o principal prevaricador porque protelou sempre a adaptação nos seus próprios edifícios”. Com o prazo a esgotar-se – embora na mesma lei admita que as obras possam não ser obrigatórias, nos casos em que se comprove desproporção entre a exigência da lei e os meios financeiros disponíveis – a pressão para melhorar as acessibilidades cresce. Por ora, no entanto, o quotidiano ainda é, demasiadas vezes, uma prova de obstáculos. “Basta olhar para a falta de acessos nas zonas históricas de Lisboa: quando lá vou é sempre uma chatice porque não há elevador, é preciso passar para cadeira de rodas manual, pedir ajuda”, conta Salvador Mendes de Almeida. Quanto a restaurantes “há aqueles onde vou habitualmente porque me sinto autónomo, mas quando são sítios diferentes, muitas vezes, lá tenho que ir buscar as rampas portáteis ao carro”, explica. Resta saber se a crise permitirá que a mudança se faça, a reboque dos incentivos para a reabilitação ou se servirá para justificar novos adiamentos no alcance desta meta civilizacional.

Destak
10 de dezembro de 2012

EDIFÍCIOS SEM ACESSO CONDICIONADO

 

Projecto Portugal Acessível aumenta a mobilidade de crianças, idosos e deficientes.

 

A ad quadratum arquitectos, situada em Vila Nova de  Famalicão, e a Associação Salvador assinaram um protocolo no sentido de criar uma parceria no âmbito do projecto Portugal Acessível, cujo objectivo é aumentar os níveis de acessibilidade para os cidadãos com mobilidade condicionada, nomeadamente crianças, idosos, doentes e portadores de deficiência. A ad quadratum arquitectos responsabiliza-se por elaborar, sem cobrar quaisquer custos, um estudo prévio/diagnóstico de acessibilidades para espaços visitados pela Associação Salvador no âmbito dos levantamentos para o Guia Portugal Acessível. Aveiro, Braga, Porto e Viana do Castelo são os distritos abrangidos pelo projecto. O estudo prévio/diagnóstico de acessibilidades será sempre enviado para a Associação Salvador, que depois o enviará para o espaço em causa. «A acessibilidade é um elemento fundamental da qualidade do usufruto da arquitectura. A mobilidade condicionada é incontornável em alguma fase da vida de todos nós. Deveria ser uma preocupação de toda a sociedade e em particular dos arquitectos», consideram os responsáveis do atelier de ad quadratum, José António Lopes e Cristina Magalhães, fundado em 1999. Tendo a “Escola do Porto” como referência, o atelier encara o exercício da arquitectura enquanto disciplina condicionada por valores, em que a arte e a técnica do projectar/edificar estão ao serviço do Homem e do Ambiente.

 

Site premiado

Criado em 2008, o site Portugal Acessível pretende ser «o guia nacional de referência» na disponibilização de informação sobre a acessibilidade física em diferentes tipos de espaços em Portugal. Estão “catalogados” 3500 espaços, com informação disponível em português, inglês e alemão. Ao mesmo tempo, pretende ser uma ferramenta de sensibilização junto de entidades públicas e privadas para a importância das acessibilidades. Em 2009, o site foi distinguido nos Prémios Turismo de Portugal, com uma Menção Honrosa na Categoria Serviços.

público imobiliário
28 de novembro de 2012

PROJETO DE PARCERIA PARA PROMOÇÃO DE ACESSIBILIDADE

 

No âmbito do projeto «Portugal Acessível», a ad quadratum arquitectos e a Associação Salvador acabaram de formalizar em protocolo uma parceria que visa contribuir para aumentar os níveis de acessibilidade para os cidadãos com mobilidade condicionada, como sejam as crianças, os idosos, os doentes, os portadores de alguma deficiência. No âmbito desta parceria, a ad quadratum arquitectos responsabiliza-se por elaborar, sem cobrar quaisquer custos, um estudo prévio/diagnóstico de acessibilidades para espaços visitados pela Associação Salvador no âmbito dos levantamentos para o Guia Portugal Acessível, espaços estes situados nos distritos de Aveiro, Braga, Porto e Viana do Castelo, e que se demonstrem verdadeiramente empenhados em melhorar as suas acessibilidades. O estudo prévio/diagnóstico de acessibilidades será sempre enviado para a Associação Salvador, que depois o enviará para o espaço em causa.